Fan-Jovem: Informação

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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Baixos investimentos em internet potenciam lucros de mais de 3000%


Felix Leander apresenta mídias sociais como novo nicho de investimento



Wilson Domeneghetti Monticelli e Yourick Lopes Apolinario



“O retorno é imediato, mas você tem ganhos de imagem que se você promover relacionamento a longo prazo, vai consolidando a sua imagem com o passar do tempo”, diz Cely Carmo, gerente de mídias digitais da Burson Marsteller. Ela trabalha nesse setor desde Julho do ano passado, com estratégias de marketing com um nicho novo e próspero, as mídias sociais na web.

Já dizia a ideologia do pensador de filosofia moral e economia política Adam Smith, de que o mercado se auto-regularia de acordo com suas reações internas. Hoje em dia isso também acontece, mas um novo fenômeno está se apresentando. A internet está influenciando o mercado, assim como a audiência de um canal de televisão.

As mídias sociais afetam positiva e negativamente o mercado. Em Junho de 2006, o blogueiro e vendedor Vincent Ferrari tentou cancelar sua conta da AOL (America Online) e o atendente “John” o segurou na linha por 20 minutos, só que o usuário estava gravando a conversa, e a divulgou em seu blog. Em pouco tempo, o número de visitas na página chegou a 9 milhões ao dia, travando os servidores.


A mão do internauta se tornou alvo de atenção pelas empresas devido a sua influência

O blogueiro foi chamado uma semana depois de sua postagem para dar uma entrevista num programa da NBC. Seis milhões de pessoas o assistiram. Isso fez com que a empresa emitisse um pedido de desculpas e que mais pessoas o imitassem, repercutindo denúncias que geraram investigações contra a America Online.

Outro caso negativo foi de um vídeo no Youtube que mostrava como uma trava de bicicleta da empresa Kryptonite podia ser aberta com uma caneta. O assunto repercutiu por alguns blogs e a empresa foi obrigada a abrir um recall e pagar uma multa de US$ 10 milhões, cerca de 40% de seu faturamento anual.

As estratégias feitas com blogueiros e mídias sociais possuem variáveis. Em relação de custos para uma empresa, os valores variam muito, podem ser de cinco mil ou até mesmo quinhentos mil reais, dependendo da ação relacionada, por exemplo. “É difícil trabalhar hoje com uma estratégia de comunicação em que você pense uma coisa isolada”, comenta Cely.

Empresários investem cada vez mais no ramo das mídias sociais devido aos resultados obtidos com outras empresas


O contato com o internauta é importante para empresas que investem em mídias sociais. Renato Dias, gerente de Internet da Natura comenta que há dois objetivos em se investir nesse nicho, o marketing que pode ser gerado com as mídias gratuitas, alimentadas por consultores ou consumidores dos catálogos, e o conhecimento agregado com esse contato, por exemplo, via Orkut.


Um exemplo de investimento assim foi com a SouthWest AirLines que investiu em widgets (programa de computador com várias funcionalidades) que chamaram a atenção de 2 milhões de interessados em comprar pacotes aéreos. A receita gerada foi de 150 milhões de dólares.

Felix Leander, estrategista de mídias da Burson Marsteller comentou em seu Workshop em Março deste ano, que “não se trata apenas de ter uma tática digital, mas algo que se encaixa no resto da sua campanha”.

Um caso que mostra a rapidez de ganho desse nicho é o da Dell.
Com um investimento muito baixo, a empresa produtora de computadores colocou uma equipe para monitorar uma conta
do Twitter (um serviço de mensagem rápida aonde você tem 140 caracteres para escrever) que oferecia várias promoções.


Dados do site Alexa apontam a repercussão estratosférica do caso Vincent e AOL


Em poucos meses, 100 mil internautas estavam na página e a Dell acumulou uma receita de mais de 1 milhão de dólares. Para se ter uma idéia prática deste caso, suponhamos que uma equipe desse tipo de consultoria tenha 3 pessoas e que cada uma ganhe R$ 700 reais por mês para monitorar o Twitter. Se em um ano esse investimento chegar a R$1 milhão, significa que o lucro foi de 3968%.

Juliana Guerra é gerente de atendimento da agência Gaspar & Associados e comenta que essas ações no E-Commerce tendem a dar retorno em até um ano, e que os múltiplos perfis de empresas determinam como a consultoria de mídias vai agir. “Uma empresa procura trabalhar mídias sociais com ambos objetivos, principalmente em médio prazo. Tudo depende do perfil da empresa e de seu objetivo. Um varejista, por exemplo, pode buscar as mídias para ampliar seu comércio, enquanto outra empresa pode querer monitorar sua imagem nas redes sociais”.

Momento social

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

O acesso a aprendizagem é algo que deve ser universalizado, por isso as linguagens que um professor ou instrutor podem se valer são muito variadas.

Curso Básico de Libras

O curso de libras
vem atender ao disposto na LEI N° 10.436, DE 24 DE ABRIL DE 2002 que determina a habilitação dos profissionais das áreas de Educação, Saúde entre outras para interpretação da expressão gestual utilizada pelos portadores de necessidades especiais - os deficientes auditivos. As Línguas de Sinais (LS) são as línguas naturais das comunidades surdas.
Dia: sábado de 9:00 às 12:30 (com 20 minutos de intervalo)

Início: 05/09/2009
Professor: Bruno Duarte

Cronograma das aulas na APAE
Setembro: 05/12/19/26
Outubro: 03/10/17/24/31

Novembro: 07/14/21/28
Dezembro: 05/12
Investimento:
4 X R$75,00 (Comunidade)

4 X R$27,50 (Alunos e Professores do Fátima)
Endereço APAE: 711/911 Norte, Conj. E
Tel: 2101-0460


Informações sobre os cursos acima pelo telefone 3442-8657/3442-8650/9298-5979

Fan Jovem na rua

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Rodrigo Viana discute a posição do jornalista na notícia

É isso ae pessoal,Wilson atrasado para escrever boas histórias mas consciente de que o público precisa de novidade e curiosidade.

Neste último sábado,o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo deu sequencia ao II Ciclo de palestras:os rumos da profissão.
O convidado desta vez foi o jornalista Rodrigo Vianna. Vinte anos de profissão, atual repórter na Record e apresentador na Record News,já trabalhou na Globo e na TV Cultura. Ele apresentou a palestra Jornalismo - O mito da isenção.


Rodrigo Vianna discutindo o documentário sobre o golpe na Venezuela

O início foi bem didático, visto que a maioria que o assistia era de estudantes, e um detalhe que fez o ínicio da apresentação lembrar uma sala de aula aconteceu logo no início: Rodrigo Vianna enfrentando o projetor, grande inimigo dos alunos em seminários. Foi muito legal ver isso, pois realmente o jornalista provou que ser um profissional com uma carreira legal não significa que está livre de pequenas eventualidades,mas voltemos aos fatos.

No começo, lembrou de Cláudio Abramo e de sua frase conhecida nos livros da faculdade, aquela que compara a ética do jornalista ao do marceneiro.No final do artigo coloco a referência completa para quem quiser dar uma olhada.Vianna não acredita na isenção do profissional sobre os fatos e nem numa objetividade completa. A isenção para ele realmente é um mito pois cada profissional carrega uma experiência de vida com crenças e escolhas distintas, que definem a pauta entregue ao repórter de maneiras diferentes."Objetividade completa é impossível", completa.

"Numa reintegração de posse de algum terreno particular que vocês tenham que cobrir, vocês vão escrever que as pessoas que estão lá são ocupantes ou invasores?".Com esse exemplo, o jornalista mostrou que com apenas uma palavra a postura do repórter que está no meio dos fatos pode mudar o sentido do que vai ser publicado. Só que em outras vezes o próprio veículo também leva ao repórter a ter que escolher entre o que ele prefere ou o que passa pela edição.Outro problema também está no momento que o jornalista exagera em centrar as atenções da notícia nele.O texto em primeira pessoa aproxima o leitor do fato. "Mas não vale exagerar", afirma.

Vianna disse na palestra que a imagem do jornalismo neutro é muito recente, pois antes os veículos sempre tomavam partido em algum fato histórico, como nos anos 50 e 60 aqui no Brasil. Os interesses econômicos dos empresários de comunicação moviam os jornais, que com sua influência derrubavam ou elevavam a quem eles desejassem, se assim fosse interessante para eles.Só de vinte anos para cá , os jornais adotaram a idéia do jornalismo imparcial.


Vianna apresentou um trecho do documentário irlandês "A revolução não será televisionada" feito em 2003 por Kim Bartley e Donnacha O'Briain. O que seria apenas uma biografia do atual presidente da Venezuela Hugo Chavez, virou um registro do golpe de Estado que aconteceu no país em 2002 sob um ponto de vista que a mídia local não mostrou.

O filme mostrou que as imagens dos conflitos civis no país e ao redor do Palácio Miraflores foram manipuladas pelos canais venezuelanos, o que distribuiu para o mundo a imagem de que os chavistas estavam atirando contra os manifestantes a favor do golpe, ao invés dos mesmos chavistas se defendendo de franco atiradores e outras forças militares nas proximidades do palácio presidencial.

No bloco final, alunos que assistiam a palestra fizeram várias perguntas sobre a influência que há sobre as notícias, dentre elas - a visão do terrorismo difundida sobre o Oriente Médio, o anti-lulismo e a blindagem do PSDB. aqui em São Paulo O jornalista apresentou dados que afirmam a visão do terrorismo vendida ao mundo. Mais de 80% das notícias divulgadas por agências vem dos Estados Unidos.Sobre a política brasileira ele concordou que há pressão sobre o governo federal, mas que ela é desproporcional a que ocorre por aqui e que vários escândalos como a CPI do Rodoanel passam despercebidos.


"Sou jornalista, mas gosto mesmo é de marcenaria. Gosto de fazer móveis, cadeiras, e minha ética como marceneiro é igual à minha ética como jornalista - não tenho duas. Não existe uma ética específica do jornalista: sua ética é a mesma do cidadão. Suponho que não se vai esperar que, pelo fato de ser jornalista, o sujeito possa bater a carteira e não ir para a cadeia. Onde entra a ética? O que o jornalista não deve fazer que o cidadão comum não deva fazer? O cidadão não pode trair a palavra dada, não pode abusar da confiança do outro, não pode mentir. No jornalismo, o limite entre o profissional como cidadão e como trabalhador é o mesmo que existe em qualquer outra profissão. É preciso ter opinião para poder fazer opões e olhar o mundo da maneira que escolhemos. Se nos eximirmos disso, perdemos o senso crítico para julgar qualquer outra coisa. O jornalista não tem ética própria. Isso é um mito. A ética do jornalista é a ética do cidadão. O que é ruim para o cidadão é ruim para o jornalista."

Cláudio Abramo, "A regra do jogo"

Território V estréia na Paulista

Nesta quinta-feira, a mais recente obra do universo vampírico chega as prateleiras.

A editora Terracota lança Território V, obra organizada por Kizzy Ysatis, autor do premiado Clube dos Imortais e de outros títulos que abordam de maneira inovadora esse gênero que vai conquistando cada vez mais adeptos.

O coquetel de lançamento será na livraria Martins Fontes, que fica na Avenida Paulista, na altura da estação Brigadeiro do Metrô, clique no convite para ter mais detalhes.



Merece destaque - O Twitter virou drama

sábado, 8 de agosto de 2009

O Twitter virou drama

Por: Walter Carrilho
07/08/2009


Um modismo não é nada sem a ajudinha básica dos jornalistas. Vejam só: o Twitter sofreu uma pane nesta quinta-feira. Bidu, o fato rendeu matéria mostrando o “drama” dos usuários. “Não posso contar ao mundo o que estou fazendo", diz um entrevistado. É mesmo um drama. Fiquei sem saber o que ele comeu no almoço. Um horror, meu Deus.

Os modernetes precisam aprender a relativizar as coisas. O Twitter pode ser revolucionário quando permite que os iranianos contem ao mundo o que se passa com eles. Mas acho que é preciso um governo de aiatolás para inspirar o povo a fazer do Twitter algo que preste. Por enquanto, o Twitter ainda é, em 90% dos casos, um balde para o descarrego de gente que sofre de incontinência opinativa. Ou que trepa menos do que deveria.

Sócrates foi obrigado a beber cicuta na Grécia Antiga. Preferiu morrer defendendo suas idéias. Quando um usuário do Twitter estiver disposto a morrer por aquilo que escreve, aí eu vou aceitar os argumentos em defesa do site. Por enquanto, acho que ninguém se arrisca a morrer por ter escrito “Hoje fui ao cinema, u-hú!

Governadores têm Twitter. Celebridades mongas têm twitter. Isso é um péssimo sinal. Einstein provavelmente não teria Twitter. Ele preferia bolar tratados científicos em vez de comentar o seu final de semana ("Ganhei um Nobel! Não é di-mais?"). Isso me faz pensar que o Twitter é um ótimo lugar para validar a opinião de quem não consegue convencer as pessoas por vias normais.

Einstein não tinha Twitter. E nem bom gosto pra moda de praia.

E vale lembrar: o orkut também virou capa de revista há alguns anos. Tinha gente dizendo que o mundo não seria mais o mesmo depois dele. E não é mesmo: hoje posso encontrar 60 mil comunidades do tipo “Eu adoro dormir de conchinha”. E aí? Alguém ainda leva o orkut a sério?

Revolução é ter inventado o controle remoto. O resto é papo.

PS: assumindo a inutilidade da bagaça, eu ainda mantenho o meu Twitter. Por pura insistência cretina. Seja cretino também e acesse. Mas não deixe de jantar por isso.


Link original - http://fabricadequadrinhos.uol.com.br/index.php?conteudo=antimateria&id=14959

PS: Walter Carrilho está de parabéns, disse uma realidade - modinha enxe o saco realmente.

Clipagem - Omelete

terça-feira, 21 de abril de 2009

A crise chega na indústria de quadrinhos

17/04/2009

Érico Assis

A crise pegou os quadrinhos. Embora se acreditasse que a indústria de entretenimento seria um escape para o caos econômico nos EUA e no resto do mundo, os números não estão bons. Segundo o site ICV2, que acompanha as vendas de quadrinhos nos EUA desde 2001, março de 2009 foi o primeiro mês neste século em que nenhum gibi ultrapassou a marca de 100 mil unidades.

Foi uma queda de 7%, em arrecadação em relação ao mês passado. Considerando que várias editoras estão subindo o preço dos gibis, isso quer dizer que menos exemplares estão sendo vendidos - e que a queda em número de pessoas comprando gibi é maior do que a queda em arrecadação.

No primeiro trimestre, a queda foi de apenas 5% em relação ao primeiro trimestre de 2008. O ICV2 vê o número como bom, considerando que os primeiros meses de 2009 foram um dos piores em anos para todo o varejo dos EUA.

E a queda só não foi maior por conta do fator Watchmen: 32 mil exemplares da coletânea foram vendidos através da distribuidora Diamond (que não é a única distribuidora, e não conta a maioria das vendas feitas em livrarias) somente em março, mês de lançamento do filme.

Nas séries e minisséries, o mês foi dos Vingadores. As edições 3 de Dark Avengers e 51 de New Avengers venderam quase a mesma coisa, pegando primeiro e segundo lugar. Batman: Battle for the Cowl #1, lançamento da minissérie que vai definir o futuro do Homem-Morcego, ficou em terceiro. A Marvel tem mais 5 posições no Top 10.

A editora também ficou com 47,24% do mercado em unidades, contra 27,7% da DC. Em arrecadação, foi 42,74% contra 27,34%, respectivamente.

Curiosidade deste mês: a editora IDW Publishing chegou pela primeira vez ao terceiro lugar no mercado (5,1% em unidades, 5% em arrecadação), que nos últimos anos costumava ser da Dark Horse (4,8% em unidades, 5,63% em arrecadação, este mês). A IDW baseia quase toda sua linha em HQs licenciadas, como Angel, Comandos em Ação, Star Trek, Transformers e O Exterminador do Futuro.

Workshop da Semana Digital Burson Marsteller

quinta-feira, 2 de abril de 2009




Nos próximos posts eu conto como foi o evento
Até a próxima.

Porque divulgar faz bem...

terça-feira, 31 de março de 2009

Guerra fria

quarta-feira, 4 de março de 2009


Resumir um período que ainda permanece ininterrupto, pois a paranóia daqueles tempos ainda aterroriza todos os setores da sociedade, conscientemente ou não.

Durante e após os eventos da Segunda Guerra, os países que ganharam ao suprir belicamente o front vitorioso, investiram seus ganhos em melhorias tecnológicas e assim os EUA e a URSS começaram a desenfreada disputa pela supremacia global; os soviéticos como uma alternativa ao plano econômico ocidental e os americanos simplesmente apoiando movimentos anticomunistas, travando uma guerra contra o “Império do mal” – atitude com o único fundamento de derrubar qualquer possibilidade de perder o posto de país referência ao mundo.



Alianças foram buscadas para manter o status de superpotência global e ambos os pólos foram visivelmente opressores ao reunir apoio, alimentar por um lado esses países em armas e por outro lado enfraquecê-los, para manter seu domínio mais sólido.

Como Hobsbawn escreve, era uma luta desigual a concorrência entre as superpotências; de um lado os comunistas investiam em expansão de produtos primários, enquanto os americanos investiam tanto em tecnologia quanto em investimentos para se impor economicamente no mundo. A força de ameaça comunista foi se apagando rapidamente até se tornar um país que além de perder aliados, também perdia a imagem que atrapalhava os interesses capitalistas.

De uma maneira esdrúxula, pode-se dizer que os Estados Unidos eram (ainda são) como uma criança prepotente que viu o primo pobre ganhar um brinquedo novo. Não aceitavam isso, se consideravam os únicos detentores desse privilégio, e tirariam o concorrente a todo custo dessa posição, no susto ou estratégia, pendendo mais para a paranóica primeira opção.

A frase que marcou o fim da ameaça comunista foi de Nikita Kruschev em sua autobiografia: “Mandamos o primeiro homem ao espaço, mas não conseguimos fazer um liquidificador que preste”.



Vista aérea

terça-feira, 3 de março de 2009

A introdução do livro "A era dos extremos" trata dos vários pontos de vista acerca do século 20 e da interpretação de Eric Hobsbawn sobre o período que viveu e foi objeto de seus estudos.

A primeira parte do panorama fala em como o passado é tratado ultimamente, referências temporais são usadas como artifícios diplomáticos para instigar medo. A crítica feita neste ponto é que as pessoas não se atem à história, não dando a importância devida.Apresenta também como um fato gera conseqüências posteriores, como um efeito dominó – tomando como partida o início do século vinte, aonde ele aponta os estudos para a revolução de Outubro.

A segunda parte reflete o período estudado como um tempo encerrado que tem base no passado e gera fundamento para o futuro. Ele apresenta a estrutura do livro dividindo o século vinte em blocos de momentos marcantes e ressalta um comentário de que enquanto houver humanidade haverá história, por mais que visões pessimistas se oponham.Outro detalhe a se observar é que ele vai apresentar durante o livro as diversas transformações dadas no período observado, em como a centralização do poder dominante mudou de maneira marcante.



A última parte faz um balanço entre o tempo analisado e o atual e traça o perfil do mundo atual com todas as mudanças sofridas como da multi-polaridade com as disputas por hegemonia até a irreal mono-polaridade que somente em tempos de crise entrou num declínio mais visível.Outra mudança também foi no relacionamento social, causado pela ascensão tecnológica e principalmente pela ação do capitalismo.Ele conclui o pensamento com um ar de dúvida, mas com esperança de que a história sirva como reflexão para a consolidação de um bom novo século.

Curiosidade da astronomia

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Quando a gente pensa que nossos problemas são grandes...





Pensem nisso.

Narcoditadura - O poder que reside na omissão

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

O jornalismo é uma profissão da qual não podemos nos contentar apenas com o que aparece na superfície, buscar o que se esconde e seguir a intuição são fatores que acabam por tirar as vendas da sociedade e mostrar um mundo que ela normalmente não estaria apta, nem confortável a ver.

O livro Narcoditadura - O caso Tim Lopes, Crime Organizado e Jornalismo Investigativo no Brasil mostra como é difícil, intragável e arriscado encarar o mundo lá fora até as últimas consequências para que seja dita a verdade: que a omissão dos órgãos públicos, levou a estruturação, intensificação e fundamentação do crime organizado no país.

O jornalista Tim Lopes, que não foi o primeiro e nem será o último a ir até o fim na busca dos fatos, sofreu nas mãos dos alvos de sua denúncia após a reportagem "A feira da droga".

Um profissional que não era nada tradicional, era sensível ao lado pessoal, era autêntico e respeitado por todos.

O livro descreve todo o processo em vários atos, desde a execução do repórter, o processo da reportagem, a infiltração do crime em todos os escalões do poder público e privado, como também seu controle, resumidamente como funciona a ordem do caos.

Uma leitura densa, difícil, mas que precisa ser considerada, admitida, pois pessoas morrem todos os dias por fatos como esses serem omitidos.


Infelismente ainda falta muito para que a justiça seja feita tanto com o denunciado quanto aos executores, mas segue agora um vídeo que entristece.Por que a sociedade fica calada diante da barbárie e permite que uma lei estúpida quanto a progressão de regime.

Se os carrascos cumpriram um sexto da pena de 23 anos e meio(o que dá algo próximo a 4 anos), simplismente falta 19 anos e meio para cumprir, nada mais a declarar. Lei errônea é triste, uma mãe rouba um pote de margarina e logo ela é taxada de vagabunda e que deve apodrecer na cadeia, agora vários criminosos que alimentam uma indústria que só causa morte e "nóia" a vagabundos e fracos que não souberam fazer a escolha certa - passam impunes. Realmente a fraca discussão sobre direitos humanos deve existir?





Segue uma reportagem feita em homenagem a ele, e que venham profissionais, que sigam seu exemplo e colaborem a melhorar o jornalismo brasileiro e a superar essas chagas da nossa História.


Novo visual , e no final do post ALGO IMPORTANTE.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Equipe fofa desse blog , dizaê , gostaram do fundo ? ( é uma pergunta retórica visto que se não gostaram : NEM-LIGO-Ó!)
Amo vocês , e preciso de opiniões detalhadas okei? E vê se dessa vez participem , cês não tão nessa porra , ops blog , só pra entreter quem vem ler.Estão aqui porque os administradores permitem , portanto expressem tudo nos comentários , ou no meu Orkut ou na nossa comunidade.

Ressalvas importantes:
1º-)Tô tomando reméditos alegres e bizonhos , portanto devo ter deixado algumas coisas sem editar direitinho....as cores sem combinar perfeitamente e talz....me mostrem o erro e corrigirei.
2º-) TO ESPERANDO ALGUÉM ME AJUDAR A FAZER UM TEMPLATE DECENTE DO TIPO ESSE : http://i14.tinypic.com/6utujqw.jpg com esses menus horizontais , alguém manja? dá dica? ou faz pá eeeeuuu?
3º-) Esse template é provisório , porque o outro tava com o design meio eeeeesssssxxxxtranho ( sem ofensas Wil!) , dai decidi só dar uma tapeadinha no visu aqui.


Bem , agora aqui eu chamo todo mundo a ir ou na comunidade e responderem algumas coisas que muita gente anda me perguntando:
1-) cada colunista deve ter um assunto fixo?
minha resposta é não , desde que o texto seja bacana , PERTINENTE, e que o FIA DA PUTA não crie inúmeras tags , nada contra :)
2-)Frequência de postagem.
Sim ,comentaram comigo sobre os últimos posts e eu dou minha cara a tapa : nem vi quem escreveu ... Mas gente seguinte ó: muita postagem seguida e sobre o mesmo tema num é dahora não.Nem fofo.Nem divertido.E se eu de repente decidir que fiquei puta de falarem do BBB8( mesmo que seja pra criticar , eu acho que BBB8 não merece a MÍNIMA atenção de nós , seres tão avançados) , eu apago o post.... ( brincadeira ok).
3-)Deve haver uma pré-leitura de um dos administradores ( ou outra pessoa) para que seja postado aqui?
Errrr , concordo. E coloco o meu na reta ( o meu cu , isso mesmo).
4-)o quarto é mais um aviso: MUDEM A PORCARIA DO PERFIL DE VOCÊS DO BLOGGER.DEIXEM MAIS EXTENSOS E COM LINKS DE CONTATO PRO LEITOR QUE TE CURTIU , TE ENCHER O SACO.Num sou grossa okei? é só pra chamar atenção.


E mais uma vez vou dizer uma coisa pro cês : eu escrevo assim de propósito , é meu...como diria , estilo de escrita néam? fazer o que , nasci ácida , morro no ácido!
Beijosmechinguem!


Descoberta casa onde se pirateava CDs em São Paulo

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008



Policiais militares prenderam, no início da noite desta quinta, Davi Ferreira da Costa, 28, suspeito de piratear CDs e revender o material para lojistas da Galeria Pajé, tradicional prédio de conjunto de lojas na região da 25 de Março, no centro de São Paulo.O flagrante ocorreu no interior da residência do acusado, em uma viela junto à Rua Gonçalo Barros, no Jardim Jangadeiro, região do Capão Redondo, zona sul da capital paulista.No interior da casa, os policiais apreenderam cerca de 10 mil CDs piratas, toda a aparelhagem usada no crime, como impressoras e gravadores e material plástico para embalar os discos. Davi Ferreira da Costa afirmou aos policiais que, além de piratear CDs, também se sustenta consertando computadores. O rapaz foi autuado no 47º Distrito Policial.