Fan-Jovem: eventos

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Momento social

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

O acesso a aprendizagem é algo que deve ser universalizado, por isso as linguagens que um professor ou instrutor podem se valer são muito variadas.

Curso Básico de Libras

O curso de libras
vem atender ao disposto na LEI N° 10.436, DE 24 DE ABRIL DE 2002 que determina a habilitação dos profissionais das áreas de Educação, Saúde entre outras para interpretação da expressão gestual utilizada pelos portadores de necessidades especiais - os deficientes auditivos. As Línguas de Sinais (LS) são as línguas naturais das comunidades surdas.
Dia: sábado de 9:00 às 12:30 (com 20 minutos de intervalo)

Início: 05/09/2009
Professor: Bruno Duarte

Cronograma das aulas na APAE
Setembro: 05/12/19/26
Outubro: 03/10/17/24/31

Novembro: 07/14/21/28
Dezembro: 05/12
Investimento:
4 X R$75,00 (Comunidade)

4 X R$27,50 (Alunos e Professores do Fátima)
Endereço APAE: 711/911 Norte, Conj. E
Tel: 2101-0460


Informações sobre os cursos acima pelo telefone 3442-8657/3442-8650/9298-5979

Fan Jovem na rua

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Rodrigo Viana discute a posição do jornalista na notícia

É isso ae pessoal,Wilson atrasado para escrever boas histórias mas consciente de que o público precisa de novidade e curiosidade.

Neste último sábado,o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo deu sequencia ao II Ciclo de palestras:os rumos da profissão.
O convidado desta vez foi o jornalista Rodrigo Vianna. Vinte anos de profissão, atual repórter na Record e apresentador na Record News,já trabalhou na Globo e na TV Cultura. Ele apresentou a palestra Jornalismo - O mito da isenção.


Rodrigo Vianna discutindo o documentário sobre o golpe na Venezuela

O início foi bem didático, visto que a maioria que o assistia era de estudantes, e um detalhe que fez o ínicio da apresentação lembrar uma sala de aula aconteceu logo no início: Rodrigo Vianna enfrentando o projetor, grande inimigo dos alunos em seminários. Foi muito legal ver isso, pois realmente o jornalista provou que ser um profissional com uma carreira legal não significa que está livre de pequenas eventualidades,mas voltemos aos fatos.

No começo, lembrou de Cláudio Abramo e de sua frase conhecida nos livros da faculdade, aquela que compara a ética do jornalista ao do marceneiro.No final do artigo coloco a referência completa para quem quiser dar uma olhada.Vianna não acredita na isenção do profissional sobre os fatos e nem numa objetividade completa. A isenção para ele realmente é um mito pois cada profissional carrega uma experiência de vida com crenças e escolhas distintas, que definem a pauta entregue ao repórter de maneiras diferentes."Objetividade completa é impossível", completa.

"Numa reintegração de posse de algum terreno particular que vocês tenham que cobrir, vocês vão escrever que as pessoas que estão lá são ocupantes ou invasores?".Com esse exemplo, o jornalista mostrou que com apenas uma palavra a postura do repórter que está no meio dos fatos pode mudar o sentido do que vai ser publicado. Só que em outras vezes o próprio veículo também leva ao repórter a ter que escolher entre o que ele prefere ou o que passa pela edição.Outro problema também está no momento que o jornalista exagera em centrar as atenções da notícia nele.O texto em primeira pessoa aproxima o leitor do fato. "Mas não vale exagerar", afirma.

Vianna disse na palestra que a imagem do jornalismo neutro é muito recente, pois antes os veículos sempre tomavam partido em algum fato histórico, como nos anos 50 e 60 aqui no Brasil. Os interesses econômicos dos empresários de comunicação moviam os jornais, que com sua influência derrubavam ou elevavam a quem eles desejassem, se assim fosse interessante para eles.Só de vinte anos para cá , os jornais adotaram a idéia do jornalismo imparcial.


Vianna apresentou um trecho do documentário irlandês "A revolução não será televisionada" feito em 2003 por Kim Bartley e Donnacha O'Briain. O que seria apenas uma biografia do atual presidente da Venezuela Hugo Chavez, virou um registro do golpe de Estado que aconteceu no país em 2002 sob um ponto de vista que a mídia local não mostrou.

O filme mostrou que as imagens dos conflitos civis no país e ao redor do Palácio Miraflores foram manipuladas pelos canais venezuelanos, o que distribuiu para o mundo a imagem de que os chavistas estavam atirando contra os manifestantes a favor do golpe, ao invés dos mesmos chavistas se defendendo de franco atiradores e outras forças militares nas proximidades do palácio presidencial.

No bloco final, alunos que assistiam a palestra fizeram várias perguntas sobre a influência que há sobre as notícias, dentre elas - a visão do terrorismo difundida sobre o Oriente Médio, o anti-lulismo e a blindagem do PSDB. aqui em São Paulo O jornalista apresentou dados que afirmam a visão do terrorismo vendida ao mundo. Mais de 80% das notícias divulgadas por agências vem dos Estados Unidos.Sobre a política brasileira ele concordou que há pressão sobre o governo federal, mas que ela é desproporcional a que ocorre por aqui e que vários escândalos como a CPI do Rodoanel passam despercebidos.


"Sou jornalista, mas gosto mesmo é de marcenaria. Gosto de fazer móveis, cadeiras, e minha ética como marceneiro é igual à minha ética como jornalista - não tenho duas. Não existe uma ética específica do jornalista: sua ética é a mesma do cidadão. Suponho que não se vai esperar que, pelo fato de ser jornalista, o sujeito possa bater a carteira e não ir para a cadeia. Onde entra a ética? O que o jornalista não deve fazer que o cidadão comum não deva fazer? O cidadão não pode trair a palavra dada, não pode abusar da confiança do outro, não pode mentir. No jornalismo, o limite entre o profissional como cidadão e como trabalhador é o mesmo que existe em qualquer outra profissão. É preciso ter opinião para poder fazer opões e olhar o mundo da maneira que escolhemos. Se nos eximirmos disso, perdemos o senso crítico para julgar qualquer outra coisa. O jornalista não tem ética própria. Isso é um mito. A ética do jornalista é a ética do cidadão. O que é ruim para o cidadão é ruim para o jornalista."

Cláudio Abramo, "A regra do jogo"

Território V estréia na Paulista

Nesta quinta-feira, a mais recente obra do universo vampírico chega as prateleiras.

A editora Terracota lança Território V, obra organizada por Kizzy Ysatis, autor do premiado Clube dos Imortais e de outros títulos que abordam de maneira inovadora esse gênero que vai conquistando cada vez mais adeptos.

O coquetel de lançamento será na livraria Martins Fontes, que fica na Avenida Paulista, na altura da estação Brigadeiro do Metrô, clique no convite para ter mais detalhes.



Porque divulgar faz bem...

terça-feira, 31 de março de 2009

Vista aérea

terça-feira, 3 de março de 2009

A introdução do livro "A era dos extremos" trata dos vários pontos de vista acerca do século 20 e da interpretação de Eric Hobsbawn sobre o período que viveu e foi objeto de seus estudos.

A primeira parte do panorama fala em como o passado é tratado ultimamente, referências temporais são usadas como artifícios diplomáticos para instigar medo. A crítica feita neste ponto é que as pessoas não se atem à história, não dando a importância devida.Apresenta também como um fato gera conseqüências posteriores, como um efeito dominó – tomando como partida o início do século vinte, aonde ele aponta os estudos para a revolução de Outubro.

A segunda parte reflete o período estudado como um tempo encerrado que tem base no passado e gera fundamento para o futuro. Ele apresenta a estrutura do livro dividindo o século vinte em blocos de momentos marcantes e ressalta um comentário de que enquanto houver humanidade haverá história, por mais que visões pessimistas se oponham.Outro detalhe a se observar é que ele vai apresentar durante o livro as diversas transformações dadas no período observado, em como a centralização do poder dominante mudou de maneira marcante.



A última parte faz um balanço entre o tempo analisado e o atual e traça o perfil do mundo atual com todas as mudanças sofridas como da multi-polaridade com as disputas por hegemonia até a irreal mono-polaridade que somente em tempos de crise entrou num declínio mais visível.Outra mudança também foi no relacionamento social, causado pela ascensão tecnológica e principalmente pela ação do capitalismo.Ele conclui o pensamento com um ar de dúvida, mas com esperança de que a história sirva como reflexão para a consolidação de um bom novo século.

Kiss se apresenta no Brasil em Abril e planeja novo álbum

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Rock é um estilo musical surgido entre os anos 50 e 60, inspirado no Blues e jazz que resgata energia, rebeldia e épocas marcantes da juventude.Dez anos depois o movimento Heavy Metal nasceu desse desenvolvimento e além de aumentar o volume das guitarras, deu um espírito novo para os fãs adorarem.

A banda Kiss vai se apresentar no Brasil ainda este ano num show em São Paulo dia 7 de Abril, e no Rio no dia seguinte - afirma Monica Bergamo da Folha de São Paulo em sua coluna do caderno Ilustrada.

Os mascarados na sua recente formação com Tommy Thayer e Eric Singer substituindo Ace Frehley e Peter Criss,respectivamente na guitarra e bateria.

Paul Stanley( que aniversariou dia 20), vocal e guitarrista do grupo disse para a revista Classic Rck que pretende lançar um novo álbum ainda este ano, com o estilo músical dos primeiros discos do Kiss nos anos 70.

Então para a conhecida Kiss Army, preparem-se.O Kiss vai desembarcar em terras brasileiras logo mais - os fãs esperam muito que isso se concretize.

Segue na ordem, uma entrevista concedida ao Fantástico em 1998 e o show deles no Maracanã em 1983.




Dia de Cultura Ativista

quinta-feira, 27 de março de 2008


E ae galera, preparados para um evento que vai agitar a juventude de Sampa?


Dia 29 de Março a partir das 13 horas acontecerá a primeira edição do dia de Cultura Ativista.

O evento organizado por entidades relacionadas as idéias humanistas e ativistas, visa além da troca de experiências entre os jovens, incentivar o uso das artes, música e mídia para difundir e valorizar iniciativas que valorizem o ser humano.

Local: Rua Serra de Bragança, 338
(Metrô Tatuapé, próximo a praça Silvio Romero, São Paulo)
Horário: apartir das 13h
Entrada franca
Programação do dia
  • 13hs - Oficina de Rádio Livre - "Venha montar sua programação, sintonize-se!"
    com Robson - mediador da Rede de Mídia Ativista
  • 13hs - Oficina de Vídeo Rápido - "Produza, filme e edite um vídeo em 1 horinha"com Juliano Grafite e Rodrigo Felpoldi - produtores de vídeos ativistas
  • 14hs - Oficina de Música - "Baixo e guitarra: Acorde para um Novo Mundo" com Zé no baixo e Vander da banda Jazz Trazzy na guitarra
  • 14hs - Oficina de Poesia - "Converse com o Verso" com Fabíola Ferreira, ganhadora do 3º Concurso Regional de Poesia de Ourinhos
  • 15hs - Bate-papo "É possível Ativar através da Tv?" com Denise Chaves, editora do Programa Ativar
  • 15hs - Bate-papo "Alternativas para unir e despertar as novas gerações" com Samuel Chaves - organizador do Revolusom
  • 16hs - Oficina de stencil e sticker (lambe) - "A arte Democrática" com Bruno e Felipe do Eucriu Arte e Felipe Amorin do Urban de Santo André
  • 16hs - Mostra "É tudo mentira" com o filme: "Guerra Contra a Democracia"
  • 17hs - Bate-papo "Como divulgar o ativismo?" com Érica Naomi - Ativista do Movimento Humanista
  • 17hs - Bate-papo "stencil" com Leandro Chaves e Juliano da Silva - Ativistas do Movimento Humanista
  • 18hs - Bate-papo "Não basta falar, é preciso ATUAR!" com REMA (Rede de Mídia Ativista), RHUA (Revolução Humanista pela Arte) e REVOLUSOM (Rede de Música e Ativismo)
  • 19hs - Festa com apresentações culturais e a banda "Jazz Trazzy"e mais... Exposição de vídeos: "Um novo mundo é possível"
Exposição de fotos: "A história da Não-violência"
Exposição da revista Latino-americana: "Orígenes"
Feira do Rolo - Traga o que não usa mais e faça seu rolo! (Só não vale cueca furada...)
*Venda e distribuição de material dos grupos participantes
*Bebidas e lanches a preço popular
Mais informações sobre o movimento humanista?

Em breve o Fan-Jovem trará mais material sobre o assunto.